O presidente da Bolívia, Evo Morales, poderia ser comparado, com alguma imaginação, ao equilibrista que mantém vários pratos rodando na extremidade de varetas. Ora é preciso dar mais impulso a um deles, ora é necessário um esforço maior para reequilibrar outro. A diferença é que o equilibrista tem um tempo limitado para manter os pratos no ar. Morales tem mandato até 2015. É tempo demais.
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