Entra-se, então, no campo não só da geopolítica, onde o Pais se avulta como um Estado de porte, mas também no da geoestratégia, quando o poder diplomático deve desincumbir-se, com maestria, no cenário político internacional, por contar, atrás de si, com a força das armas, a logística do convencimento, como senhora das decisões.
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