Soa no mínimo insólita a recente declaração do ministro Antonio Patriota de que "o Brasil precisa de mais acordos internacionais (subentende-se fora da América Latina) para defender sua posição nos mercados e disputar mais espaços à sua economia". Vindo do chefe da diplomacia brasileira, ela encerra uma clara contradição frente à política externa do país, particularmente desenvolvida nos últimos dez anos.
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