Ontem, jesuítas. Por duzentos e dez anos ocuparam a terra. O pulso frouxo de Portugal, dócil ao poder espiritual, foi a deixa para idealizarem o Império Teocrático. Os índios foram as pedras do grande tabuleiro nas jogadas políticas da Igreja para atingir o alvo. Por trás, sempre um governo submisso!
Hoje, piratas do CIMI e das ONG, aos montes. Todos a serviço dos corsários internacionais.
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