TERÇO DA TRANSFORMAÇÃO
É Preciso organizar vários grupos com o mesmo ideal de Defesa do Estado Democrático de Direito e da Ética na Política -“Terços da Transformação”, para através de redes do conhecimento e de redes de informação fazer com que uma mudança política e social, radical, seja esperada, e com o passar do tempo aconteça e vire numa certeza para nossa sociedade.
Postagem em destaque
GUERRA HÍBRIDA, Nova via Violenta para a Tomada do Poder
GUERRA-HIBRIDA Nova via Violenta para aTomadadoPoder. É preciso criar novas estratégias de Defesa do Estado Democrático de Direito , jus...
quinta-feira, 12 de março de 2026
Gen Pinto Silva – Ampliando o Espectro do Conflito, para Incluir Vários Elementos do Poder Nacional
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
Guerra, estratégia e segurança Europeia: a síntese de um confronto que reconfigura a Ordem Global
- Ricardo Fan - 16/02/2026 -DefesaNet.
- A guerra não está enterrada;
- A paz sem capacidades defensivas é frágil;
- A defesa europeia autônoma é condição para uma ordem atlântica sustentável.
Chefes militares da Alemanha e do Reino Unido, general Carsten Breuer e marechal Richard Knighton, chamaram rearmamento de projeto moral
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
Gen Pinto Silva – A Crise do Multilateralismo e a nova Forma de Guerra na Defesa dos Interesses de um ESTADO
terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
O “Retorno do Samurai”: vitória de Sanae Takaichi, F-35B e a Nova Geometria de Dissuasão no Indo-Pacífico
- Aumento consistente dos gastos de defesa;
- Capacidade de contra-ataque (counterstrike capability);
- Maior integração operacional com os Estados Unidos;
- Revisão interpretativa — ou eventual reforma — do Artigo 9º da Constituição.
A Águia Pousou: o retorno da Alemanha ao centro do poder militar Europeu
- Ricardo Fan - 08/02/2026 - DefesaNet
Alemanha em transformação Estratégica: da cautela histórica ao Projeto do Maior Exército da Europa. Se no Pacífico evocamos o "Retorno do Samurai" para simbolizar a inflexão estratégica japonesa, na Europa a metáfora da águia cumpre papel semelhante. A águia — símbolo tradicional do Estado alemão — não representa expansão ideológica, mas a consolidação de uma postura estratégica mais assertiva.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
O encontro Lula Trump e a inevitável pauta da presença militar americana no nordeste brasileiro.
Análise exclusiva DefesaNet das implicações estratégicas da pauta da prevista na visita do Presidete Lula à Washington, no próximo mês de março 2026. Foto o USCGC 578 Stone visitando o porto de Suape/PE, sendo observado por membros da Marinha do Brasil, em janeiro 2023, visitou posteriormente o porto do Rio de Janeiro, em março do mesmo ano. Foto Marinha do Brasil
sábado, 31 de janeiro de 2026
Gen Pinto Silva – O BRASIL está Preparado, hoje, para Empregar o Poder em Defesa dos Interesses Nacionais?
segunda-feira, 12 de janeiro de 2026
Exclusivo – A retórica da “Grã-Colômbia” é uma ameaça velada à soberania brasileira na Amazônia
sexta-feira, 7 de novembro de 2025
SEJAMOS RELEVANTES NA SALVAGUARDA DAS INSTITUIÇÕES! ELEIÇÕES DE 2026.
SEJAMOS RELEVANTES NA SALVAGUARDA DAS INSTITUIÇÕES!
ELEIÇÕES DE 2026
NR 2
Gen Pinto Silva
ACORDA BRASIL! É PRECISO!
TODOS SOMOS PARTES DISTO!
A ausência de reação e de uma atitude política mais significativa de parte da sociedade brasileira deixa a impressão de que algumas pessoas não se importam com o que vem acontecendo no país.
A percepção da influência de uma extensa "parte da classe média não engajada" é capital para chegar ao sucesso, de forma que esses não engajados se tornem, mais cedo ou mais tarde, soldados da luta política na defesa da democracia.
O momento exige que todos sejam "RELEVANTES": isto é, ser capaz de criar, comunicar e difundir ideias e valores. Valores são vínculos que despertam nas pessoas um senso de orgulho de ser brasileiro, de pertencer a um grupo, de ter uma família, de filosofia de vida, de padrão de caminhos a seguir.
Pessoas unidas e pensando e agindo de forma criativa podem realizar o impossível. A união gera a força, tanto entre os integrantes de uma mesma causa, como no propósito da própria causa. Essas pessoas arrastarão outras.
Na disputa política pela democracia deve-se, então, inverter a questão e começar a construir um significado relevante para as ações (Objetivo). Qualquer tentativa que não esteja alinhada à construção de um objetivo relevante será perdida.
Na era da informação, é importante ressaltar, que o que está ao nosso redor não determina o que vemos: quem faz isso é o nosso interior, por meio de paradigmas, experiências, dogmas, a conjuntura que vivenciamos, e as pessoa e grupos que interagimos na internet. Quem você é, e com quem você interage, determina o que você vê e como você pensa, fala e age, e assim, também, o grupo e o ambiente em que se vive. A proximidade reforça a semelhança.
Então o que fazer para que a sociedade brasileira deixe a letargia com que se habituou a conviver com as questões nacionais e se sinta atingida pelo atual momento político e social do país?
Somente fazendo os fatos repercutirem no interior da nossa sociedade, e não fora dela, haverá uma reação.
A técnica hostil aterrorizando o público-alvo não funciona, portanto, não deve ser utilizada. O sucesso está na qualidade intrínseca das ideias e verdades que apresentamos.
O objetivo é vender uma ideia, devendo começar pelas ideias mais simples, para que o grupo social se sinta confiante. As ideias precisam ter a capacidade de se manter em nossa memória e nos fazer pensar, falar e agir.
O que acontece no Brasil, hoje, não é um problema de governo, oposição, parlamento ou judiciário, é um problema da SOCIEDADE.
A reação tem que começar em algum lugar e de alguma forma, não pode ficar apenas no previsível, se formos iguais manteremos a rotina política e social de sempre, e jamais daremos o grande salto que o Brasil precisa.
Para atingir nossos objetivos, os meios escolhidos de disputa política pelo Poder terão de contribuir para uma mudança na distribuição de "poder efetivo" na atual sociedade, aumentando sua "RELEVÂNCIA POLÍTICA".
Documento Relacionado:
- Link: DISPUTA POLÍTICA. ELEIÇÕES DE 2026
segunda-feira, 27 de outubro de 2025
Brasil pode exportar caças Gripen para a Ucrânia
- Ricardo FAN - DEFESA NET
- 23/10/2025
sábado, 18 de outubro de 2025
DISPUTA POLÍTICA. ELEIÇÕES DE 2026
DISPUTA POLÍTICA.
ELEIÇÕES DE 2026
NR 1.
ACORDA BRASIL! É PRECISO!
TODOS SOMOS PARTES DISTO!
O resultado da eleição de 2022 exerceu um efeito desafiador à disputa política, no vácuo deixado pelas Instituições de Estado da República.
Qual a importância das eleições de 2026 para a solução dos atuais problemas brasileiros e para a transformação social e política no Brasil?
Cenário: "A Esquerda", nas eleições de 2022, retornou ao poder via Lula.
A possibilidade de, com as eleições de 2026, a "esquerda perdurar" no poder, desafia a sociedade brasileira a ver, ouvir, pensar e agir.
Roberto Mangabeira Unger, "para quem a tragédia não pode ser a parteira do progresso, pelo que não podemos depender das catástrofes para modificarmos nossas rotinas e arranjos institucionais", adverte, "a mudança é imediata, porque de respostas vive a vida, que nos coloca desafios".
O grande desafio? Como conseguir o apoio e comprometimento das lideranças sociais, empresariais, comerciais, das associações de classe e do agronegócio?
O importante desafio? É que cada membro da sociedade brasileira deva saber onde se encaixa na disputa para a conquista do poder político, para a defesa da democracia e da sociedade na totalidade, e participe da disputa política para que no futuro não tenhamos a "Ditadura do Proletariado" ou "Sociedade Regulada".
É necessário estabelecer, na "DISPUTA POLÍTICA", firmes ações em defesa dos valores democráticos nacionais, das liberdades, da ética e do combate à corrupção, dos direitos das pessoas e de uma maior igualdade social, além de manter a população informada. Significa fazer com que a sociedade se sinta parte profusamente de "algo maior" E ENXERGUE NA ATIVIDADE DE OPOSIÇÃO O RESPEITO A CONCEITOS SUPRANACIONAIS, EXISTENTES NAS VERDADEIRAS DEMOCRACIAS.
Participe para que no futuro não tenhamos a República Socialista do Brasil.
A hora é agora. Vamos iniciar nosso chamamento para a disputa política na defesa da democracia.
Participe. Mobilize. Defenda o Brasil.
Todos somos partes disto!!!
sexta-feira, 12 de setembro de 2025
Gen Ex Pinto Silva – Particularidades da Profissão Militar
segunda-feira, 25 de agosto de 2025
GUERRA DE NOVA GERAÇÃO SEGUNDO O
GEN VALERY GERA-SIMOV, CHEFE DO ESTADO-MAIOR GERAL DAS FORÇAS ARMADAS DA
FEDERAÇÃO RUSSA.
Segundo ele, a
Guerra de Nova Geração é “um conflito de espectro ampliado em direção a um
importante emprego de medidas de caráter
político, econômico, informacional, humanitário e outras tipicamente
não-militares... Aplicadas em coordenação com o potencial dos protestos da
população alvo.”
É um novo campo de
batalha, de modo que é preciso afastar o foco do conflito do domínio da arte
da guerra convencional, e isso pode ser feito ampliando o espectro do conflito,
para incluir vários elementos do poder nacional.
Significa que todos
os meios estarão em prontidão, que a todos a informação estará onipresente e
o campo de batalha será em todo o lugar. Significa que todas as armas e
tecnologia serão superpostas, as fronteiras entre os dois mundos, guerra e não
guerra, de militar e não militar, serão totalmente eliminadas.
Dessa Forma, as opções políticas e
estratégicas de Países em desenvolvimento, com Forças Armadas, poder de combate
e capacidade tecnológica assimétricos, em relação ao oponente, devem se
desenvolver, em linhas gerais, conforme a seguinte sequência lógica:
- Emprego
“agressivo” de meios não militares (Ferramentas do Poder Nacional), apoiados por
alternativas militares de efeito não cinético (não letais), sobretudo operações
de informação e guerra cibernética;
- Emprego
de meios militares para alcançar objetivos estratégicos, sem, contudo,
provocar uma forte reação militar do opositor (Estabilidade de Crise)[1];
e
-
Eventual emprego de capacidades de antiacesso e negação de área (A2/AD).
[1] Estabilidade de Crise: É o
reconhecimento pelas nações que nenhuma delas pode tirar vantagem substancial
sobre outra numa ação armada limitada.
Exclusivo – Operação Imeri – O resgate clandestino de Nicolás Maduro pelo Brasil
quarta-feira, 30 de julho de 2025
Merval Pereira – Receio militar.
quarta-feira, 23 de julho de 2025
A PAZ Relativa e a Sanção Americana
Os países se movem em função de seus interesses e alcançam o sucesso de acordo com sua capacidade e vontade de exercer poder. Nas relações internacionais, a função do poder é fazer prevalecer o interesse nacional de um Estado sobre o dos outros.
quarta-feira, 16 de julho de 2025
OTAN adverte Brasil, Índia e China sobre laços com a Rússia
EUA-Brasil: A tempestade perfeita e a batalha final da Esquerda
sexta-feira, 11 de julho de 2025
Crise com EUA expõe o custo da política ideológica do governo Lula
sexta-feira, 13 de junho de 2025
REDUÇÃO DO EFETIVO MILITAR
DEFESANET - 03/06/2025A questão do tamanho do efetivo militar brasileiro envolve fatores estratégicos, tecnológicos e sociais. O país possui uma vasta extensão territorial, demandando uma resposta ágil às ameaças internas e externas. Além disso, o Brasil desempenha papel relevante em missões internacionais de paz e cooperação militar.
quarta-feira, 21 de maio de 2025
EUA oferecem recompensa de 10 milhões de dólares por informações sobre Hezbollah na região da Tríplice Fronteira
terça-feira, 6 de maio de 2025
Vitória Tática, Derrota Estratégica.
domingo, 27 de abril de 2025
A Guerra de Hoje e o Emprego do PODER MILITAR.
terça-feira, 22 de abril de 2025
A Defesa do Estado na Guerra Política Moderna
A "Reciprocidade" como resposta estratégica, a uma ação de outro Estado, não deve ser usada se não tiver um objetivo a ser atingido.
Na maioria das situações, aplicar a mesma ideia seria, no melhor dos casos, irrelevante".
terça-feira, 15 de abril de 2025
Relatório Otálvora: EUA apertam sanções contra Maduro e Putin o convida para Moscou
terça-feira, 1 de abril de 2025
sábado, 29 de março de 2025
BRASIL – UMA ESTRATÉGIA DE SUPERAÇÃO.
BRASIL – UMA ESTRATÉGIA DE SUPERAÇÃO.
(Evocando o texto do mesmo autor: O Brasil e
o Antagonismo Internacional - Defesanet).
Pinto Silva Carlos Alberto[1]
1.
PRÓLOGO
A luta
pelo poder permanece real e tangível no cenário globalizado em que vivemos. O
poder geopolítico das nações depende intrinsecamente de seus potenciais
econômico e estratégico militar. Os países se movem em função de seus
interesses e alcançam o sucesso de acordo com sua capacidade e vontade de
exercer poder.
Nas
relações internacionais, a função do poder é fazer prevalecer o interesse
nacional de um Estado sobre o dos outros.
Exemplos
demonstram que, entre a elite norte-americana, seja republicana ou democrata, existem dois consensos fundamentais, o
da hegemonia e o do poder. Em
razão disso, os EUA buscam
incessantemente manter sua liderança econômica e militar no sistema
mundial, não podendo deixar de financiar a expansão global da infraestrutura
necessária ao exercício do poder.
É
válido
supor que a estratégia americana seja desconstruir velhos paradigmas
ideológicos, questionando antigas alianças e lealdades. Contudo, o sucesso ou
fracasso de um Estado depende de sua habilidade em fortalecer alianças e
conquistar novos amigos.
2. BRASIL – UMA
ESTRATÉGIA DE SUPERAÇÃO
No
campo das relações internacionais, o cenário é composto por múltiplos atores.
Ignorar essa diversidade pode resultar em paradoxos: o sucesso através de
sanções econômicas, medidas militares não cinéticas ou coerção direta pode ser
revertido, gerando novos inimigos e alterando o balanço de forças.
Portanto,
a grande estratégia deve considerar não apenas “O outro”, mas principalmente
“Os outros”. É necessário desencorajar o opositor, evitando levá-lo à
radicalização. É essencial preservar a neutralidade dos países neutros e,
se possível, conquistá-los como aliados – nunca os transformar em inimigos. Ao
mesmo tempo, reforçar a fidelidade de aliados é crucial.
Diplomacia,
nesse contexto, pode ter efeitos psicológicos tão profundos quanto sanções
econômicas ou ações militares. Assim, uma estratégia abrangente deve produzir
impactos psicológicos convincentes, influenciando as decisões dos líderes de
outros Estados, para que não se tornem obstáculos à realização do projeto
político brasileiro.
O
surgimento do Brasil como potência regional emergente inevitavelmente provoca
desestabilização e reações no sistema mundial, pois desafia o monopólio das
potências tradicionais. Em meio a esse cenário, "o Brasil deve
adotar a Estratégia Indireta".
O
método indireto prioriza ferramentas de poder nacional, à exceção do poder
militar, para persuadir ou coagir adversários a aceitar soluções de conflito. A
expressão militar assume um papel complementar.
Na
prática, a Estratégia Indireta utiliza Conflito na Zona Cinza:
·
Persuasão: Diplomacia e instrumentos jurídicos.
·
Coerção: Meios políticos, econômicos e
psicossociais.
A
Estratégia Indireta é, portanto, "a arte de explorar ao máximo a margem
de liberdade de ação disponível, obtendo sucessos decisivos mesmo diante de
severas limitações militares."
Além
disso, o prestígio dissuasório requer credibilidade, demonstrando capacidade e
vontade de reagir a ameaças. Uma economia forte, combinada a uma doutrina
militar moderna, pode produzir resultados eficazes.
É
preciso uma linha política ofensiva. É necessário notar que uma linha política
defensiva teria um fraco valor de dissuasão, porque a chave da dissuasão é a
aptidão de reagir a ameaça.
Por
fim, a reação brasileira deve ser cuidadosamente calculada, sendo progressiva e
preservando a estabilidade em situações de crise, sempre inspirando respeito e
confiança no cenário internacional.
3. CONCLUSÃO
A
principal preocupação estratégica do Brasil está inevitavelmente conectada à
economia. O crescimento econômico e a realização de reformas estruturais
internas fortalecerão as bases de poder militar e econômico do país.
Sem economia forte e sem vontade política,
não haverá, por mais qualificados que sejam os integrantes das Forças Armada,
poder militar capaz de garantir a ascensão estratégica do Brasil.
A
execução eficaz de ações de interesse nacional e global será determinante para
a construção de uma política externa autônoma e sólida, consolidando o Brasil
como potência regional.
A
busca por autonomia nas relações internacionais deve sempre estar alinhada aos
interesses estratégicos nacionais.
Subordinar-se às estratégias geopolíticas de outros Estados pode comprometer
esse objetivo e limitar a autonomia política internacional do Brasil.
[1] Carlos Alberto Pinto Silva / General de
Exército da reserva / Ex-comandante do Comando Militar do Oeste, do Comando
Militar do Sul, do Comando de Operações Terrestres, Ex-comandante do 2º BIS e
da 17ª Bda Inf Sl, Chefe do EM do CMA, Membro da Academia de Defesa e do
CEBRES.