DefesaNet - 24/08/26.
A discussão não é sobre a necessidade de formar pilotos. Toda força aérea do mundo utiliza aeronaves biplace na conversão operacional, e o Gripen F obviamente também foi projetado para cumprir essa missão. A dúvida é outra: quando uma força aérea dispõe de apenas oito aeronaves dessa versão, faz sentido consumi-las predominantemente em treinamento ou seria mais inteligente preservá-las para missões operacionais nas quais suas características realmente fazem diferença?
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